O livro “ A Y-Guaçu Secreta – Cataratas do Iguaçu como um Chacra da Terra” é um milagre. A versão papel está nas ruas. A versão e-book infelizmente está fora do ar por múltiplos problemas todos centrados no financeiro. Mas agora será resolvido. Desejo compartilhar aqui algumas das coisas que aconteceram.
Primeiro, é incrível o tamanho e a dimensão da ajuda que recebi. É como se alguma coisa estivesse empurrando tudo para a frente. Primeiro apareceu a Feira do Livro, parte das comemorações dos 10 anos do CEAEC (Centro de Altos Estudos da Consciência), lugar melhor para lançar livro não haveria.
Segundo, tudo o que pudesse dar errado, deu. Eu tinha um pivô (no dente) que, há meses, estava frouxo mas eu conseguia, com malabarismos, mantê-lo no lugar. Pois bem. O pivô, caiu. Tentei agarrá-lo mas ele rolou e caiu no esgoto. Em plena rua. Fiquei banguelo.
Terceiro, havia uma gambiarra nos meus óculos que me permitiam ver através de um vidro que caia ao seu bel prazer. Resultado: fui ao banheiro e o vidro caiu no vaso e quebrou. Fiquei cego. Em plena semana de preparação do lançamento do livro.
Assim, não pude sequer ficar estressado com o livro, na correria da semana final de seu lançamento. Fiquei mais de uma semana no escuro e sem rir. Por fim tudo começou a entrar nos trilhos, a odontóloga Samantha, que a conheço desde que ela era criança, me arrumou. Os óculos apareceram graças a cooperação de muita gente incluindo o Dr. Franco Monteiro, oftamologista e ex-colega de faculdade de jornalismo, o Nilton Bobato, Chico Brasileiro etc.
Na divulgação do livro e preparação final, a Secretaria de Comunicação da Prefeitura foi uma mãe. Além de marcar entrevistas para mim nas rádios, jornais e TVs ainda me levavam até o local para que eu não fosse atropelado na rua. E ainda me guiavam, no estilo, "cuidado aí tem um degrau". Para dar nomes, agradeço neste processo ao secretário e amigo Adelino de Souza, a diretora de comunicação, Natália Peres, a jornalista Mônica Cristina Pinto, o radialista Carlos Hahn e outros funcionários públicos.
Fui entrevistado por rádios e meios de comunicação da oposição e da situação. Os dois lados me consideraram neutro e me trataram bem. Agradeço aos jornalistas Carlos Carvalho do “Programaço” do Canal 21, Cida Costa e Airton José da Radio Cultura, Élson Marques e Maria José do Programa do Deputado Chico Noroeste da Radio Foz, Isabelli Ferrari da TV Tarobá (que está indo para a RPC-Globo em Guarapuava e que estudou comigo na UDC), Nelson Figueira da Gazeta do Iguaçu, Daniela Valiente da Gazeta do Iguaçu e da Fundação Cultural, Cleusa Moraes do TudoFoz.com, FozTV e UDC, as colunistas Magda Carvalho, Samyra Nassar e o colega colunista Douglas Dias por suas carinhosas notas e até o Datena da Rede Bandeirantes que me colocou no ar em reportagem especial feita sobre as Cataratas, embora, esta aparição não tenha tido nada a ver com este novo livro. Pode haver gente que eu não tenha mencionado. E isso sem falar das pessoas que eu mencionei no agradecimento no livro.
O livro vai custar R$ 20.00. Não tenha pena de seu dinheirinho. Valerá a pena e seu dinheiro ajudará a financiar a versão em espanhol que já está a cargo da minha colega e poetisa Isel Judith Talavera graduada pela Universidad Nacional del Este em Ciudad del Este, Paraguai. Depois, o livro em espanhol e português financiarão o inglês. Por último, os três deverão financiar a minha maior meta: o livro em Japonês. A venda do livro também ajudará a financiar parte de uma pequena estrutura terapêutica cultural, espiritual e tecnologicamente alternativa no Jardim Ipê, em Foz do Iguaçu. Assim, o livro é um meio para se chegar a um fim.
Daí para frente não consigo visualizar mais nada. Por fim, meus agradecimentos ao CEAEC inclusive pela sua existência e presença em Foz do Iguaçu nestes 10 anos e, no CEAEC, a professora Nara Oliveira, uma verdadeira pontífice. E o que é uma pontífice? Nada mais que uma construtora de pontes. Cada um tem seu jeito e a Nara é esta construtora. Finalmente mas não em ordem de importância, meus agradecimentos especiais à Fundação Cultural por me colocar na lista dos autores locais a lançarem livros na I Feira Internacional do Livro. Obrigado a todos.
Primeiro, é incrível o tamanho e a dimensão da ajuda que recebi. É como se alguma coisa estivesse empurrando tudo para a frente. Primeiro apareceu a Feira do Livro, parte das comemorações dos 10 anos do CEAEC (Centro de Altos Estudos da Consciência), lugar melhor para lançar livro não haveria.
Segundo, tudo o que pudesse dar errado, deu. Eu tinha um pivô (no dente) que, há meses, estava frouxo mas eu conseguia, com malabarismos, mantê-lo no lugar. Pois bem. O pivô, caiu. Tentei agarrá-lo mas ele rolou e caiu no esgoto. Em plena rua. Fiquei banguelo.
Terceiro, havia uma gambiarra nos meus óculos que me permitiam ver através de um vidro que caia ao seu bel prazer. Resultado: fui ao banheiro e o vidro caiu no vaso e quebrou. Fiquei cego. Em plena semana de preparação do lançamento do livro.
Assim, não pude sequer ficar estressado com o livro, na correria da semana final de seu lançamento. Fiquei mais de uma semana no escuro e sem rir. Por fim tudo começou a entrar nos trilhos, a odontóloga Samantha, que a conheço desde que ela era criança, me arrumou. Os óculos apareceram graças a cooperação de muita gente incluindo o Dr. Franco Monteiro, oftamologista e ex-colega de faculdade de jornalismo, o Nilton Bobato, Chico Brasileiro etc.
Na divulgação do livro e preparação final, a Secretaria de Comunicação da Prefeitura foi uma mãe. Além de marcar entrevistas para mim nas rádios, jornais e TVs ainda me levavam até o local para que eu não fosse atropelado na rua. E ainda me guiavam, no estilo, "cuidado aí tem um degrau". Para dar nomes, agradeço neste processo ao secretário e amigo Adelino de Souza, a diretora de comunicação, Natália Peres, a jornalista Mônica Cristina Pinto, o radialista Carlos Hahn e outros funcionários públicos.
Fui entrevistado por rádios e meios de comunicação da oposição e da situação. Os dois lados me consideraram neutro e me trataram bem. Agradeço aos jornalistas Carlos Carvalho do “Programaço” do Canal 21, Cida Costa e Airton José da Radio Cultura, Élson Marques e Maria José do Programa do Deputado Chico Noroeste da Radio Foz, Isabelli Ferrari da TV Tarobá (que está indo para a RPC-Globo em Guarapuava e que estudou comigo na UDC), Nelson Figueira da Gazeta do Iguaçu, Daniela Valiente da Gazeta do Iguaçu e da Fundação Cultural, Cleusa Moraes do TudoFoz.com, FozTV e UDC, as colunistas Magda Carvalho, Samyra Nassar e o colega colunista Douglas Dias por suas carinhosas notas e até o Datena da Rede Bandeirantes que me colocou no ar em reportagem especial feita sobre as Cataratas, embora, esta aparição não tenha tido nada a ver com este novo livro. Pode haver gente que eu não tenha mencionado. E isso sem falar das pessoas que eu mencionei no agradecimento no livro.
O livro vai custar R$ 20.00. Não tenha pena de seu dinheirinho. Valerá a pena e seu dinheiro ajudará a financiar a versão em espanhol que já está a cargo da minha colega e poetisa Isel Judith Talavera graduada pela Universidad Nacional del Este em Ciudad del Este, Paraguai. Depois, o livro em espanhol e português financiarão o inglês. Por último, os três deverão financiar a minha maior meta: o livro em Japonês. A venda do livro também ajudará a financiar parte de uma pequena estrutura terapêutica cultural, espiritual e tecnologicamente alternativa no Jardim Ipê, em Foz do Iguaçu. Assim, o livro é um meio para se chegar a um fim.
Daí para frente não consigo visualizar mais nada. Por fim, meus agradecimentos ao CEAEC inclusive pela sua existência e presença em Foz do Iguaçu nestes 10 anos e, no CEAEC, a professora Nara Oliveira, uma verdadeira pontífice. E o que é uma pontífice? Nada mais que uma construtora de pontes. Cada um tem seu jeito e a Nara é esta construtora. Finalmente mas não em ordem de importância, meus agradecimentos especiais à Fundação Cultural por me colocar na lista dos autores locais a lançarem livros na I Feira Internacional do Livro. Obrigado a todos.
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